Ataques para derrubar sites crescem 2.000% em 3 anos, diz pesquisa

Informação é do relatório ‘Estado da Internet’ da Akamai.
Brasil está em sexto lugar na lista de países que mais realizam ataques.

 

A Akamai, empresa especializada em distribuição de conteúdo e monitoramento de tráfego da internet, publicou o relatório “The State of the Internet” (“Estado da Internet”) sobre dados coletados durante o terceiro trimestre de 2011. Segundo as informações da empresa, o número de ataques de negação de serviço aumentou em 2000% nos últimos três anos. Considerando todos os tipos de ataque, os países da Ásia são os maiores responsáveis pelo tráfego malicioso.

O Brasil ficou em sexto lugar na lista de países com a maior quantidade de tráfego malicioso. Em relação ao segundo trimestre de 2011, praticamente não houve mudança na quantidade de ataques realizados a partir de computadores no Brasil.

À frente do Brasil estão Indonésia, China, Taiwan, Estados Unidos e Rússia. Os computadores conectados à internet na Indonésia foram a fonte de 14% dos ataques, enquanto os sistemas chineses tiveram participação de 11%.

Em afirmações à imprensa, a Akamai atribuiu o aumento de 2.000% às atividades hacktivismo – como o realizado pelo grupo Anonymous – e ataques ligados ao nacionalismo, com um país tentando derrubar a infraestrutura de outro.

Velocidades de conexão
A Akamai ainda analisou a distribuição de velocidades de conexão ao redor do mundo. A média brasileira é 1,9 Mbps (megabits por segundo). O país com a maior média do mundo é a Coreia do Sul, com 16,7 Mbps, seguido de Hong Kong, 10,5 Mbps, e do Japão, com 8,9 Mbps.

O relatório mencionou ainda a cidade de Curitiba, no Paraná. A média da cidade, de 3,4 Mbps, seria a maior da América do Sul e maior que a média global, de 2,7 Mbps. Os dados da Akamai analisaram cidades com pelo menos 50 mil endereços IP únicos. Cerca de 900 cidades foram avaliadas.

De acordo com o relatório, o país mais lento do mundo é Líbia, com média de 0,3 Mbps e 55% dos internautas com conexões inferiores a 256kbps. Globalmente, apenas 2,5% dos usuários têm conexões abaixo de 256 kbps. No Brasil, 7,4% estão abaixo dos 256 kbps; 32% acessam a internet com velocidades acima de 2 Mbps, enquanto 5,5% dos internautas conta com velocidades de 5 Mbps ou maiores.

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